Cotas na Universidade: achatamento e luta de classes

August 31, 2004: Luís Dufaur, writing for a Brazilian think tank (I think), on Cotas na Universidade: achatamento e luta de classes:

O exemplo americano, mais uma vez, é esclarecedor. James Landrith Jr., editor das publicações “The Multiracial Activist” e “The Abolitionist Examiner”, após três décadas de cotas e ações afirmativas, concluiu: “Estas classificações raciais não acabam com o ‘racismo’ nem o diminuem. Elas são uma segregação de corpo, mente e espírito pela coerção do Estado. Elas violam os mais básicos e fundamentais princípios da privacidade e da liberdade. Estão inteiramente erradas, e se queremos sobreviver como nação livre, não podemos permiti-las

FreeTranslation.com gave it a rough translation as:

The American example, again, is esclarecedor. James Landrith Jr., publisher of the publications “The Multiracial Activist” and “The Abolitionist Examiner”, after three decades of you quote and affirmative actions, concluded: “These racial classifications do not put an end the ‘racism’ neither diminish him. They are a segregação of body, lie and spirit by the coerção of the State. They violate the more basics and fundamental beginnings of the privacy and of the liberty. They are entirely wrong, and itself will want to survive like free nation, do not we be able to permiti-las”.(13)

Susanne M.J. Heine, longtime writer for Interracial Voice and recent writer for The Multiracial Activist, was also quoted:

Porém as cotas raciais, como consignou Susane M.J. Heine no “The Multiratial Activist”, fazem-nos retroceder na História. Ela lembra a primeira coisa que se fazia com os escravos que desciam dos navios: classificá-los pela cor da pele. E acrescenta: “Certamente há uma ironia surrealista na idéia de que a esquerda sustente um sistema de classificação racial, que é uma criação e um instrumento dos escravagistas. A cacofonia e a fragmentação de objetivos, a pura chicana, que encharcam o que é de esquerda no movimento pelos direitos civis, hoje é uma desgraça”.(15) Não é, portanto, com os artifícios infeccionados da luta de classes que se vão resolver na hora e na marra as injustiças que possam existir.

FreeTranslation.com translated it as follows:

However you quote them racial, as consigned Susane M.J. Heine in the “The Multiratial Activist”, do to go back in the History. She remembers to first thing that was done with the slaves that came down of the ships: classify-the by the color of the skin. And it increases: “Certain there is a surrealist irony in the idea of that to left maintain a system of racial classification, that is a creation and an instrument of the escravagistas. To cacofonia and to fragmentação of objectives, to pure chicana, that encharcam what is of left in the movement by the civil rights, today is a misfortune”.(15) is Not, therefore, with the strategems infected of the fight of classes that itself go to resolve at the right moment and in the marra the wrongs that can exist.

The article about “racial” classifications and higher education, written in Portugese, appears to be from a think tank in Brazil. Its always nice to be mentioned in the same space as Susanne, George Will and Thomas Sowell.

My subversive plans for global domination are proceeding according to plan…

This entry also posted at Taking The Gloves Off.

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